terça-feira, 1 de maio de 2012

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Páscoa?


Olá colegas. Como foram de páscoa? Eu fiquei no aconchego do lar e, embora tenha sido convidada para uma emocionante viagem a Jerusalém, onde seriam explodidos diversos locais, causando a morte de milhares de cristãos, eu resolvi ficar em casa mesmo, comendo alguns chocolates.
Páscoa... Essa palavra significa passagem e vem do hebraico "Pessach". Os judeus comemoram o Pessach, ou seja, a passagem do povo de deus do cativeiro no Egito para a Liberdade em Israel. os cristãos comemoram a passagem de cristo da morte para a vida. E daí? 
A questão é, de onde surgiu o tal coelho e o tal ovo de páscoa? Por acaso, Jesus criou um coelho, Moisés botou um ovo e os hebreus cobriram com chocolate? Alguém pode dizer: não, bobinha. O coelho significa fertilidade (óbvio) e ovo significa vida, nascimento. 
Legal... E aí? Eu nunca dei ovos de páscoa para as pessoas (para ninguém, aliás) pensando em vida, em fertilidade, em ressurreição ou liberdade. E nunca recebi ovos de pessoas com esse intuito. Quando eu quiser que alguém se lembre da vida, eu dou um vidro de chumbinho, para ver se ela tem coragem de conhecer a morte; quando eu quiser que alguém pense em fertilidade, eu dou uma camisinha, para ela lembrar que não se pode superlotar o mundo de crianças catarrentas das quais essa pessoa nem pode cuidar; quando eu quiser que alguém pense em ressurreição, eu dou um desfibrilador e quando quiser que alguém pense em liberdade, eu mostro um par de alianças.
Sem contar que, eu não sou cristã, mas imagino o que Jesus deve pensar quando ele olha para a Terra e vê esse tipo de coisas:
-"Ô mundo véio sem porteira!!! Eu dei a minha vida por esse bando gente, e eles lá, lambendo o coelhinho  da páscoa e se lambuzando com chocolate..." 
Sinceramente, fosse eu o cristo, tinha exterminado a raça humana e feito novamente, sem essa questão do livre arbítrio.
Viva a ignorância!

PS: não me venham reclamar da falta de fontes sobre o significado da páscoa. Quem gosta de fonte são os bibliotários!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Ócio e dinheiro


Olá pessoas. Hoje, não vou comentar nenhuma notícia. Não vou falar do Millôr Fernandes, afinal, já passou da época e, além disso, ele era um escritor e jornalista muito importante, significando que era um grande contribuinte da cultura nacional. Ou seja, vai contra os meus princípios e os deste blog. Eu digo “NÃO” á cultura!
Na verdade, vim falar (defender), mais uma vez, o meu amado ócio. Por quê? Haverá um feriado esta semana, feriado prolongado, esperado por milhões de trabalhadores. Isso é interessante.
As pessoas não gostam de trabalhar, gostam de ganhar dinheiro. Tanto que os trabalhadores gostam mais dos feriados (especialmente os prolongados) do que das segundas-feiras. Para um trabalhador (não é o meu caso... Mesmo...), o melhor dia da semana deveria ser segunda-feira, porque é o dia em que a semana começa e você acorda às 04h30min da manhã para encontrar, no mesmo ônibus, centenas de pessoas, sentir seu calor humano, e então, chegar ao local de trabalho (às 08h50min) e encontrar o seu patrão com uma incrível expressão fecal, olhando para você, para o relógio e para a sua mesa cheia de papéis empilhados (no caso dos bibliotários, seriam livros), que o (a) esperam para um longo dia. Nada mais gratificante que o trabalho...
Mas ao invés disso, as pessoas pensam em feriados, querem ficar sem fazer nada!
Eu deveria achar isso ruim? Claro que não! Isso comprova a minha teoria de que o ócio é adorado por muitos, e que se fosse possível, as pessoas ganhariam dinheiro sem ter que sair de casa (a não ser para gastá-lo).
O que acho interessante, é que muitos que estão desempregados dizem: “preciso de um emprego”, porém o seu pensamento diz: “preciso de dinheiro”...
Tudo bem... Preciso admitir a existência de alguns seres que realmente gostam de trabalhar. Esses são reconhecidos, justamente, por sua renda mensal. Normalmente, ganham muito menos do que deveriam e mesmo assim, sentem-se muito felizes e realizados com o seu trabalho. Podemos ver, então, uma contraposição entre trabalho e dinheiro. Pessoas que são (que se dizem) felizes ganham pouco; pessoas que ganham muito, não são tão felizes. Nesse caso, toda a felicidade do mundo habita em mim! Hahahahahahahahaha!!! Todos os meus dias são longos, intermináveis feriados...
E você pessoa? Concorda?

Até.

sábado, 24 de março de 2012

O Retorno

Olá colegas. Acredito que vocês não tenham sentido a minha falta e, para ser sincera, não senti falta de vocês também. Mas senti uma coisa: a necessidade de voltar.
Dizem que o país só funciona após o carnaval, coisa que eu discordo; acho que não funciona nunca. Está bem... O carnaval foi há mais de um mês... Porém, resolvi me dar mais tempo, afinal, sou uma pessoa ignorante, ociosa, e não queria ter trabalho postando quaisquer textos no blog. 
Muitas coisas aconteceram desde a última postagem: a morte do meu caro amigo Gaddafi (Kadafi, Gadhafi, Khaddafi, etc.), o Corinthians foi campeão brasileiro, o Lindemberg foi condenado a 98 anos de prisão, vários ministros da Dilma foram demitidos ou se demitiram, o Berlusconi renunciou, uspianos fizeram protestos contra as ações da polícia militar, os bens do Kassab foram bloqueados (não sei por que), três prédios caíram no Rio de Janeiro, a polícia (sempre eficiente) botou a cracolândia “na chón”, bombeiros entraram greve (para desespero das mulheres carentes), PMs fizeram greve na Bahia, foi validada a Lei da Ficha Limpa para as eleições de 2012 (hahahahahahaha),  Serra resolveu se candidatar à prefeitura de São Paulo (hahaha ³) e por fim, ontem, a morte de Chico Anysio.
Fiz vistas grossas a todos esses fatos, mas estou pronta para retomar minhas atividades.
Para encerrar essa postagem de retorno, um vídeo de Chico Anysio, interpretando um de seus melhores personagens (meu preferido), Justo Veríssimo.
Até mais.


sábado, 8 de outubro de 2011

Especial

     Alguns podem achar estranho este momento. E àqueles que o acham, digo simplesmente: danem-se!
     Essa é uma homenagenzinha à moça que cedeu sua prova para ser postada neste blog (http://finaflordaignorancia.blogspot.com/2011/06/bibliotecarios-e-bacterias.html) Ela é legal, mas tem um péssimo gosto musical. Enfim, aproveitando que hoje é aniversário dela e, amanhã, seria o do ser insignificante denominado Jonh Lennon, vamos de Beatles, "You've Got To Hide Your Love Away", do disco "Help".

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

O Papel Social do Coelho

      Uma senhora, na hora do jantar, come uma carne assada e acha uma delícia. porém, faz uma descoberta aterradora; tratava-se de um pedaço de carne de coelho. Ela fica triste, e começa a lamentar o óbito do coelho por motivação pífia:
_ Como pode, matar um bichinho que não faz mal pra ninguém... Nunca mais eu como um negócio desse... A galinha tudo bem que é feita pra isso, mas o coelho?!

      Essa historinha me fez pensar no papel social do coelho... Tudo bem, eu sei que pensar não é meu forte, entretanto, não pude deixar de analisar esses dizeres.
"A galinha é feita pra isso." Vejam que coisa estranha, a galinha, uma ave de rapina, nasce, exclusivamente, para a satisfação dos mórbidos desejos humanos; além de ver sua futura prole ir para o fogão virar um omelete, ou um ovo cozido e picado para complementar a salada de maionese, ainda tem que se conformar com a sua morte certa, que virá numa forma na qual seu corpo rechonchudo será, vagarosamente, assado, ou ainda, ser esquartejada e ter seus pedaços fritos ou cozidos. Porque o coelho também não pode passar por isso? Porque ele não é uma ave de rapina e não bota ovos? Ótimo! Olhem a vaca: ela não voa e não é um animal ovíparo. No entanto, ela fornece o, tão precioso leite, que dá forma e vida a outros tipos de alimentos (sem exemplos, não dou aula de Ciências!) e assim como a galinha, tem como destino ser imolada em prol do prazer humano (menos na Índia). Quer dizer, além de perder o leitinho, ainda pode ter todas as partes do seu corpo vendidas para um churrasco ou coisa parecida. Novamente pergunto: porque o coelho não pode fazer o mesmo?
      Ora, só porque o coelho não bota ovos, não fornece leite, não tem penas e não expele seus detritos em via pública, não quer dizer que ele esteja acima de outros animais. Ele faz parte da cadeia alimentar humana, tanto quanto a vaca e a galinha.
A questão é que, o coelho tem um papel social. Ele representa o "fofo", o meigo e não se pode ser tão vil, destruindo aquilo que é fofo e meigo. O coelho é quase um gato; não se pode matar, especialmente, para comer. É um absurdo matar um gato. (e é mesmo!)
Então, a senhora da historinha se posicionou desse modo questionador. Ela questionou a moral do ser humano, que destrói sem piedade a meiguice, que se personifica na figura do coelho.
      Mas porque eu disse tudo isso?
      Sei lá!
      Que morram todos os coelhos!!! Viva a ignoirância!